quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Eu sei lá, sei lá!

Depois da criança sem pai (tão 2009...), da criança sem mãe (tão 2010...), eis que, saltando uma fasquia já de si alta -que ainda que démodé, nascer sem mãe não é para todos-, vem chafurdando alienadamente na poça de lama da futilidade e da estupidez, um casalinho dar nome a uma nova criancinha, sem culpa nenhuma a pobre coitada.

Meus senhores e minhas senhoras, nasceu Lyonce Viiktórya!


Rádio Comercial

Agora ide, e lyoncificai o vosso nome!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Agora que falas nisso...

Sou só eu a achar que "silicone" tem demasiado a ver com a palavra que se podia formar com "silly"+"icon" para ser mera coincidência?

Só eu é que vejo a ironia da coisa?

domingo, 16 de janeiro de 2011

Chama-lhe juventude...

O Tridente tem problemas em segurar a placa.

Pudera!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Qual de vós o pior!

Uma rua.
Nessa rua, uma loja de atoalhados e roupa de cama. Iluminações de Natal na montra.

Uma ourivesaria.
Uma lavandaria.
Uma loja de telemóveis.
Uma loja de roupa.
Uma entrada de prédio.
Uma loja "do Chinês". Artigos de Carnaval lá para dentro.

Valha-vos a Santa Ingracinha, pá...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Uns filhos e outros enteados

É uma revolta pessoal que tenho que expressar. Necessariamente.

Para o 25 de Dezembro, há musiquinhas, há cançõezinhas, há trauteios. E para mim, que nasci muito depois do "menino", e para o 14 de Janeiro só nos está reservada a música generalizadamente impessoal até chegar à parte "para a menina" e depois um embolar por cada cantante, que nunca ninguém atina com que nome dizer. Que é feito do sermos todos iguais?!

Sendo assim,



Raquel! Raquel! Raquel!

(E no entanto, há uma coisa que não suporto: ver enfeites de Natal no meu dia de anos...)

PARABÉNS!!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

100 anos depois...

Não será anti-republicano votar num Nobre?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Raquel resolve: a problemática do guarda-chuva

Vou-vos propor um movimento.

É interessante andar de guarda-chuva quando chove. O incómodo de ter uma mão ocupada é largamente suplantado pela protecção e secura que o dito favorece. Já quando não chove, o apetrecho transforma-se em empecilho, e andar com ele é uma chatice daquelas! Se ele estiver molhado então, nem se fala.

O que eu proponho é o seguinte: quando andássemos de guarda-chuva e parasse de chover, simplesmente encostávamo-lo no muro/ parede mais próximo. Quando (re-)começasse o dilúvio, era só pegar num outro qualquer que estivesse, também ele, encostado. E assim sucessivamente até chegarmos a casa, local para onde não poderíamos levar nenhum guarda-chuva adquirido nestas condições.

Por muito comunista que soe a ideia -"[...] para cada um conforme as suas necessidades"-, parece-me não menos do que genial.
Claro que isto só funcionaria (funcionará?) numa escala global (e, verdade seja dita, dificilmente em Portugal, pois cá não falta quem se apodere de tudo o que veja "perdido"), e este espaço é pouco mais que bairrista. Sendo assim, dou-vos liberdade para, em redes sociais que eu abomino completamente, presentearem todo um país com esta maravilha. Não vos esqueceis, no entanto, de que os louros têm que ser todos para mim.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

E a minúcia, senhores?

A Polícia Nova-Iorquina trouxe a público os resultados da autópsia a Carlos Castro, dizendo que a causa de morte foi estrangulamento.

Mas, em qual das cabeças?

domingo, 9 de janeiro de 2011

O que é realmente estranho

O gás dos isqueiros ser líquido...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ver para crer

Estranhava não ver reacções de deslumbramento por parte dos bebés que têm aqueles plásticos a cobrir os carrinhos quando chove, por verem a chuva a bater e a escorrer no dito plástico o que, para mim, afigurava-se maravilhoso. Até arranjar um guarda-chuva transparente.

De facto, não é nenhum assombro de piada.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

2011

Não tive oportunidade de cá vir mais cedo -a tempo e horas, i.e.-, dizer que ele estava a chegar. Mas, ao que me parece, tal também não foi necessário, que ele chegou, deram todos com ele, e se tal não aconteceu por qualquer desatenção, ele por cá vai fica uns tempinhos largos, para poderem abraçá-lo e terem um óptimo 2011!