A apaziguar encefalias, dores do reumático e problemas de azia desde mil-nove-e-quarenta-e-três
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Queima 2007
Porto de abrigo
... mas depois veio a luz, e com ela:
:.: o 1º contacto, que me deixou mais... "leve" :.: a super colheita 2003/2004 :.: o jankauskas, o guna e o custóias :.: a justa teresa, a catarina ludovina e a fátima patricia :.: o "ele devia era enfiar a colher pelo acima" :.: o cesto do pão/capacete e a folha de alface :.: os amigos e os colegas :.: a "recepção de peito" ao pacote de farinha :.: a "always-on-time" tete, o peter "digamos" lake, o hugo "síndrome-do-cowboy" alonso :.: as escadas matec :.: a sangria mais que merecida :.: a tosta mista especial, a bubbaloo maçã louca e explosão azul :.: a francesinha, os croissaints e as pipocas :.: o "uma para cima, uma para baixo" :.: o king e a sueca :.: o bubble trouble, o hangaroo, o globulos, o pokerstars e o fantasy football :.: a receita do melo, o vinho com sumo de ananás do viuva, o xiripiti/favaito do piolho, o kalash do gestos :.: a coca-cola do dia seguinte :.: os "excesso" no pixote :.: os mergulhos ao amanhecer, depois de um estranho poker, o final perfeito para uma estranha noite :.: o "mamas aki" e a "cheinha e apertadinha" :.: o "cokitéu" :.: o livro de reclamações "epa 'tasse bem" :.: o Cinquecento de estimação :.: o truque dos elásticos :.: o empadão e a "fuaaaculdadeee" :.: as míticas cartadas na sala matec :.: o "fredo", que foi "buscar 1panache ao senhor" :.: as balas e bolinhos...e pêras :.: o friday lunch @ pizza hut :.: "o buraco" e a tarde no cais :.: o masters de matec :.: o trivial, o azimute e o "céu" que "à noite, gira!" :.: as tertúlias duvalianas, gestianas e praça-republicanas :.: a demanda da meia-calça azul-ciências :.: o "eu nunca"... muito bem regado :.: a comissão de controlo de qualidade das barracas :.: o "Wowww! 7 shots por 8€?? É pra ja!" :.: o "dar a vida" pra salvar 2 cervejas :.: a flower power, o PES... e mais não digo :.: o "vou ir", a PIada e o largato :.: o sr que desaparece "quando o telefone toca" :.: o "sem querer sem xunga mas já sendo" e o "se não for chato" :.: a bruna, a liliana, a ana, o quim, o leonel nunes, o cid e o marante :.: as "taras e manias", o "chacarron" e o "rap dos matarruanos" :.: o noddy, as pistas da blue e o crazy frog :.: a *cof*cof*quase*cof* garraiada :.: a ribeira, o cais e a foz :.: o contagiarte, o pinguim, o academia, o viúva, a nossa casa, o embaixador e o romão :.: o melo :.: o piolho :.:
:.: o leitão, o piglet, o porky, o bacorinho (lembras-te?), o sr. dr. vela, o tó e o antónio
E no fim... a saudade...
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Pergunta
Eu acho que não. Isso, ou Portugal é uma cambada de hipócritas...
terça-feira, 24 de abril de 2007
O mapa do cérebro
segunda-feira, 23 de abril de 2007
sexta-feira, 20 de abril de 2007
De Nova York a Londres
Sigam então estes passos, e num pulinho, fica tudo resolvido.
1º, ide ter com o enteado do Tio Google, o Google Maps, que ele tem contracto aqui com o estaminé, e ajuda...
'Tá?! OK, 2º, cliquem em "get directions" (a sério, à confiança...)
3º, escrevam "New York" na primeira caixa de texto, a precedência
4º (e previsível), escrevam "London" na segunda caixa de texto, o destino
5º, ENTER nessa pesquisa à força toda (nem sei porque referi este passo...)
6º, vão até ao passo 23. E aqui é que está a maravilhosidade da coisa! Isso e o sentido de humor da malta lá do Google. Cliquem no número 23 e vejam a imagem. Mas vejam com atenção! O número 24 é depois tão previsível quanto o 5º daqui ;)
'Tá demais :D
quinta-feira, 19 de abril de 2007
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Isto sou eu a ser hipócrita...
terça-feira, 17 de abril de 2007
Efeitos secundários dos té-lé-móveis
Ora senão, vejamos, um exemplo absolutamente aleatório: as abelhas. “Cientistas alertam para efeitos de telemóveis sobre abelhas”. Podia muito bem ser o título de uma notícia num qualquer suplemento menos lido de um jornal, ao acaso, o Público. Podia, e não é que é mesmo?! (Estas coisas se não são obra do Demo, já estam previamente pensadas...)
Atentemos então na temática da coisa: imaginem que são uma abelha (não vale escolher nem a rainha, nem as amas-secas, nem os zangões, nem as crias). Isso, muito bem, uma abelha-obreira. Saem de manhã já o Sol vai alto, aperaltados de fato-macaco ficcionalmente vestido, daqueles azuis cheios de bolsinhos, que parecem um canivete suíço com pernas e mangas, com régua, esquadro, transferidor, tesoura, palitos, cotonetes, panos da louça, cotão, etc. Enfim, um manancial de coisas, inclusive o té-lé-móvel. Estaindes pois na vossa labuta, e eis senão quando: tir-li-li-li-li (para os que têm definido no perfil “labuta” o tipo de toque “ring ring”. Se for o “nokia tune” (passo a publicidade) é tireruré-tireruré-tireruréréé. Para os mais ousados há ainda o “daisy”: xá-lá-lá-lá-lá-ú xá-lá-lá-lá-lá-ú xá-lá-lá-lá-lá-úúú-úú-ú! E por aí fora, num rol de toques mais ou menos personalizados, mais ou menos irritantes. O que está em causa, tão-pouco é isso (se bem que agora que o refiro, isso dava um bom tema de dissertação… O seu a seu tempo.)) Íamos portanto no exercício de nos pormos na pele(?) das abelhas-obreiras. Toca o té-lé-móvel e, que se nos promove logo? Desorientação. Nua e crua. Desorientação… Lá se foi a labuta do dia, do mês, do ano. Já nem com baixa lá vamos (não há cá subsídio de invalidez), já nem com a reforma podemos contar. Cito: Isto pode ter implicações para as culturas que dependem da polinização feita pelas abelhas.
A teoria, que começa agora a ser apoiada por provas, é a de que as radiações interferem com o sistema de orientação das abelhas, que ficam incapazes de regressar às colmeias.
O fenómeno começou nos EUA e começa a verificar-se também na Europa, incluindo Portugal.
O problema é que as abelhas nunca são encontradas e talvez acabem por morrer. Quando isto acontece, a colónia fica reduzida à rainha, ovos e algumas abelhas pequenas, incapazes de fazer o trabalho das que desapareceram. Pior: a colmeia abandonada afasta todos os parasitas, outras abelhas e insectos que normalmente aproveitam o pólen e o mel que restam quando uma colónia morre. O fenómeno é problemático, já que a maioria das culturas mundiais depende da polinização das abelhas.
Percebem agora porque não é bonito telefonar a abelhas em horário de expediente, não percebem? Agora, se gostarem de melinho (e não, não estou a falar do tio Melo de forma carinhosa), em caso extremo, ou se simpatizam sequer com as mais variadíssimas culturas das mais variadíssimas coisas que devem ser assim tipo cereais ou por aí, mas que agora não me lembro (suponho mesmo que não faço ideia), que sejam polinizadas por abelhas, telefonemas só das 18h às 9h, até se provar que os té-lé-móveis lhes mexem com o sono. Aí complica-se a coisa, e reduz-se o tempo disponível para a conversa…
Quem é amiga, quem é? Por incrível que pareça a resposta esperada não é “é a bila”, mas sim “é a comunidade científica com tempo livre em demasia…”
segunda-feira, 16 de abril de 2007
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Inquérito à população
(Aproveitem esta oportunidade que vos dou porque a) com sorte os vossos pedidos serão atendidos e b) se não fizerem nada, depois não se podem queixar :P Além do mais, este blog está uma seca graças à vossa apatia, por isso não tratem de se esmerarem não, que não vale a pena...).
NOTA: strip feminino está já à partida fora de hipótese por isso escusam de pedinchar. O masculino ainda se encontra ao nível da ponderação :D
quinta-feira, 12 de abril de 2007
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Há muito muito tempo...
Biólogo não respira, quebra carbohidratos.
Biólogo não tem depressão, tem disfunção no hipotálamo.
Biólogo não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.
Biólogo não facilita discussões, catalisa substractos.
Biólogo não admite algo sem resposta, diz que é hereditário.
Biólogo não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
Biólogo não pensa, faz sinapses.
Biólogo não chora, produz secrecções lacrimais.
Biólogo não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
Biólogo não se apaixona, sofre reacções químicas.
Biólogo não perde energia, gasta ATP.
Biólogo não divide, faz meioses.
Biólogo não faz mudanças, processa evoluções.
Biólogo não deixa filhos, apresenta sucesso reprodutivo.
Biólogo não falece, tem morte histológica.
domingo, 8 de abril de 2007
"De olhos vermelhos, de pêlo branquinho, aos saltos bem altos...
Ho Ho Ho, Boa Páscoa. Ou lá qual é a onomatopeia desta época...
sexta-feira, 6 de abril de 2007
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Mais do mesmo...
Cheiinha e Apertadinha, O Regresso: Por Muitos Aguardado, Por Muitos Mais Receado, está novamente ao vosso dispor. Trazemos com ele (com o regresso…) novidades, nomeadamente a venda de rolhinhas para aqueles referenciados no início dotexto-choradinho-escrito-com-o- intuito-de-fazer-paracer-que-a-Queima-até-pode-ser-um- assunto-sério (isso e a quantidade de palermices que consigo escrever separadas por hífens [1]), trazemos um novo spot, escolhido com o mais criterioso rigor, sempre a pensar em bem vos servir, a todos os níveis (OK, quase todos… E digo “quase”, a pensar na quantidade de vezes que espero não sejam precisas de vos negar entrada no estaminé e consequente alapamento na arquinha da Justa! Porque o que é preciso é quem trabalhe e não quem estorve, e para não trabalhar, já lá estamos nós! *assobio*assobio*assobio*), trazemos muitas mais coisas, para as quais terão, literalmente, que pagar para delas usufruírem, nessa semana de todas as coisas, em que ainda não percebi se o Mundo deixa de girar para nós, se começa a rodopiar ao contrário; na semana em que de pés mais ou menos assentes na Terra, se voa sem asas; na semana em que toda a gente com mais de 27 anos nos detesta; na semana que degenerou completamente do desígnio com que foi criada, e que fará, certamente, dar voltas nas tumbas a quem originalmente a criou; estamos mais uma vez para fazer com que tudo valha a pena.
Resta então mostrar o ditoso número 19 (que um a mais para além da maioridade só nos faz bem…), que vai passar a ser mais conhecido que o número 10 de Londres!, neste mapa surpreendentemente assombroso, como só a FAP nos poderia oferecer, com toda a sua sagacidade e astúcia ímpares no que toca a elaboração e bem tratar das coisas (isso, e “por uma prioridade na educação”). Está também assinalado o número 5, que é a barraca da Xana (Geologia), que como se não lhe bastasse ser boa rapariga, ainda tinha que ter uma barraca com a sua pinta. Passem por lá e comprovem, digam que vão daqui, mas desenganem-se se acham que vão ganhar alguma coisa com isso :D
Sem mais a acrescentar, despeço-me com amizade… Deixo-vos só (bolas… Afinal acrescentei…) a lista das barraquinhas, e peço o favor a quem souber quais são as barracas de Ciências, de o dizer, boa? Ah! Acrescentar por acrescentar, também se acrescenta mais... É que o cartaz deste ano foi novamente, e pelo terceiro ano consecutivo, escolhido de entre quem participou no concurso de o desenhar, e há muito boa gente que ainda não o viu. E altruísta como sou, aqui está ele. E nem ficamos mal servidos não...