quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Apoiem as bactérias!


É a única cultura que muita gente tem...



(sinto-me tão nerd quando me rio destas piadas...)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Graças a Deus pelos espelhos de elevador

Não devo ser eu a única a quem já aconteceu sair de casa e esquecer do guarda-chuva, dos óculos, da caneta, das chaves.
Não serei certamente também a única, embora não me parece que aconteça a rodos, a ter quase saído de casa (cheguei a calcar o tapete de entrada, e nessa altura, a graça que dei foi pela aspereza dele de baixo dos chinelos que tinha calçados em vez dos sapatos) a, lá está, quase sair de casa de chinelos. Ou, num campo mais indecoroso da vergonha, com os collants (já) rasgados. 5 minutos depois de os ter calçado.
Ainda menos provável, é haver mais alguém que tenha quase a certeza de que chegou a casa com as duas sapatilhas, o certo é ter perdido uma pelo caminho, o mesmo se passando com os collants, ou com outras peças de roupa que volta e meia lá aparecem pela carteira, à posteriori.
Se é uma vergonha? É. Se é possível não ser assim? Estou certa de que sim, e de que há, aliás, um cantinho especial no Céu para quem consegue não o ser. Se isto é do pior que me acontece? Não, isso não. É mau que chegue, mas eu consigo sempre ir mais além no que toca a ignomínias por que me faço passar.
Eu sou o Cristiano Ronaldo dos embaraços (sem castelhano à mistura, apesar de poder sair daqui uma piada muito boa); o expoente máximo das vergonhas; o aparelhómetro que sobe as fasquias sempre e sempre e sempre mais alto e mais alto e mais alto.

Saio eu de casa, feliz e contente, como chega a acontecer algumas vezes, de casaco, carteira e cachecol, comprido e para ajudar à festa, e que apetrecho levo mais? Shan shan shan shaaaaannnn! Um soutien preso às calças (Friso, um (e não "o")). Da mesma cor que o casaco e o cachecol. Porquê? Para não me aperceber de que ele lá está.
Agora, como é que foi possível, como é que consegui tamanha façanha? Eh pá, não sei. O certo é que não paro de arranjar coisas que me façam rir (de mim, é pena, mas já não é mau), quando a vida começa a acinzentar...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

E tu, onde trabalhas?

Tipo... Duh!

sábado, 16 de janeiro de 2010

He-man

Há uma questão que ninguém da Assembleia da República teve a decência de colocar e que deveria ter sido mais do que suficiente para suspender a lei que permite os casamentos homossexuais.
Se não para isso, que pelo menos sirva para travar uma possível lei que permita a adopção!


Em casa de casais homossexuais, não pode haver ímanes nos frigoríficos! Lá, a permissa "os opostos atraem-se" é falsa!!!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fui caça!

E desta vez, sem fuga possível. Lançaram-me um ataque surpresa, rápido e eficaz como é bem apanágio dos ataques surpresa, e quando dei conta do que me estava a acontecer, já era tarde para esboçar uma tentativa de fuga, sequer.

Não é que estando eu muito sossegada na minha (porque quando estou na minha, estou sossegada. Às vezes na dos outros é que é mais crítico...), começo a ouvir um som do género camião-de-carga-pesada-mas-com-pouca-carga-,-todo-ele-abanando seguido dum turbina-dum-avião-a-cair. Apresso-me para a janela e já só vejo as galinhas do Centro das Novas Oportunidades em frente todas histéricas (não, não, "ainda mais histéricas", isso sim!), com os pulmões todos apertados nos casacos curtos e 3 números abaixo, que deixam transparecer pneus (sobresselentes e não só...).

Penso "se caiu, aqui não fez mossa", e volto a embrenhar-me na minha papelada.

De repente, "vuuuuu" outra vez, cada vez mais forte, corro para a janela, e qual não é o meu espanto quando, e qual puto que acabou de ver o trenó, as renas e o Pai-Natal a esvoaçar os céus, vejo um caça (percebem agora o título? Que analogia pertinente, hein?) em voo pouco menos (mais?) que rasante ao prédio em frente! Bem, a galinhagem toda ao pinchos, pulos, gritos, que se voar fosse preciso assim o teriam feito, não fosse a ameaça vir do ar; os pedestres, protegidos pelos seus guarda-chuvas, quedaram-se onde estavam, com receio que o movimento os denunciasse; os donos das lojas esconderam os papéis falcatruados no esconderijo secreto -não fosse estar na calha uma qualquer revolução, e convém começar épocas da História com o cadastro, já que com a consciência chega a ser mais difícil, limpo-, e à rua foram espreitar, como se nada fosse.
E eu, da minha janela lá os sosseguei: "Calma minha gente, não se preocupem, isto foi só o Sócrates que se chateou comigo e com as coisas que eu digo, e vai aniquilar a cidade para abater esta ameaça palpitante". Drama Queen dum raio, que não aceita nada e reage logo toda áspera!

A minha sorte é que tenho connects na Força Aérea, e tudo acaba bem quando se puxam os cordelinhos certos, e sobrevivi a esta para contar a estória. Mas já instalei baterias anti-aéreas na varanda, não vá o Sócrates tecê-las...


(P.S.: diz que são simulacros da Força Aérea. Diz que aos pilotos são-lhes dadas coordenadas e eles têm que "atacar" essa zona. Eu só não acredito em coincidências, é só isso. Pero que las hay, hay...)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Eles estão de volta!!!

Quem?! Ora, os Super Bock Super Blog Awards...

Desta vez já subornavam alguém para isto ganhar qualquer coisinha, não?

(Parece que os senhores da Super Bock andam a visitar os blogs inscritos no concurso. Como tal, quero só deixar assente que negarei taxativamente que alguma vez disse aquilo que está escrito no parágrafo anterior... Somos muito honestos aqui!)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Porque um vídeo não chegava...

... aqui ficam dois videoclips que conseguem ultrapassar o inatingível nível de Nel Monteiro! Em primeiro lugar (e esta ordem é apenas alfabética), apresento o Duo Sãolindas!



E depois destes 2 minutos e 53 segundos de "Poesia" rica, segue-se o jovem que em 1997 lançou o hit "Ela é Made in Portugal": Telmo Miranda! Ele canta, ele dança... Que artista de variedades!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A pouca praticidade da Teoria do Caos

Há um sítio muito sui generis cá em V. N. Famalicão. Entre outros quantos sítios sui generis, é um facto... Mas este é particularmente caricato. Tem: uma saída / entrada dum parque de estacionamento; na mesma embocadura, uma saída / entrada de ambulâncias e carros de bombeiros, em marcha de urgência ou não (mas na "marcha de urgência" é que reside a questão...); uma passadeira a cortar transversalmente a faixa de rodagem que, qual cereja no topo do bolo, é de paralelo. Há já muitos anos... É de paralelo há já muitos anos.

Ora ia aqui esta vossa-com-amor e eis que: um carro quer entrar, uma ambulância em marcha de urgência quer sair, com todo o seu espalhafato, de tinoni's e luzinhas a rabear, eu quero -e vou mesmo- a atravessar a rua, está a chover para mal dos meus pecados, do meu fraco poder de reacção e da minha dislexia de movimentos coordenantemente lestos, a rua é de paralelos há vários anos, para mal das minhas pressas, tropeço num paralelo, luto contra a gravidade -a da Terra e a da situação-, lá me seguro, prossigo o meu caminho, e julgo, julgo, que, após isto, o Mundo seguiu o seu rumo sem atrasos de maior.
No entanto, estou susceptível a mudar de opinião se alguém afirmar o contrário.

domingo, 3 de janeiro de 2010

FCUP

Há um perigo muito grande em fazer trabalhos para a FCUP e querer ser primoroso, não só na execução científica do mesmo, como também (e aqui é que está o perigo) na apresentação.

Quando se procura "FCUP" nas imagens do Google com o intuito de estampar na capa do trabalho o ícone de tão nobre faculdade, eis o que nos surge...



E é que isto é cor-de-rosa! Jamais poria cor-de-rosa num trabalho meu...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010

Está a chegar, mais do que uma nova década calendarizada, um motivo acrescido para a minha habitual insurreição.
Não é a crise que me chateia (até porque acho que a crise é como a Matemática: só é um bicho de sete cabeças porque dela fazem isso...), não é o facto do Inverno estar a ser Inverno, com todo o seu vento e chuva e trovões, que me tira do sério, é sim a capacidade de emporcalhar que gente com deveres acima da média tem. Falo, portanto, do estupidamente erróneo Acordo Ortográfico.

Disse certa vez Fernando Pessoa, tão-somente um dos maiores poetas que esta terrinha já teve, que "a minha Pátria é a Língua Portuguesa", e não estando eu com disposições -se mais não fosse-, para despatriar o senhor, afirmo que não vou ligar pevide ao Acordo. E mais, incentivo todo e cada um de vós para fazerem o mesmo!
Que sejamos uns vendidos no que toca ao petróleo, já é mau que chegue, que isto de ter o Primeiro-Ministro a vender computadores é vergonhoso q.b., mas vendermos a identidade, a cultura, a Pátria, por sejam quantos galões forem de crude, é baixo, muito baixo. Preocupam-se com Espanha, que está cada vez mais em Portugal, quase a fazer de nós uma província? Temam é os avanços que têm sido feitos para sermos o país da América Latina mais Europeu!


Que nenhuma biblioteca destrua os seus "obsoletos" livros, que ninguém deixe cair os c's, que o latim já morto nos deixou em legado, que se continue a escrever os dias da semana com letra maiúscula, para ver se lhes dão mais valor em vez de constantemente se queixarem que o tempo passa depressa, são os meus desejos.

Que o greco-romano esteja sempre convosco, e que não se deixem guiar por brasileirices, que nem Língua é, mas ainda assim, temos que ir atrás deles...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A Todos Um Bom Natal

Pelas vozinhas inconfundíveis do Coro de Santo Amaro de Oeiras, quem mais, afinal, para fazer o Natal realmente ser Natal. Chega a ser quase tão típico e necessário quanto o Pai-Natal, o presépio, ou até mesmo o "Música no Coração" na RTP1 (e não, não vou falar dos Natais nos Hospitais, que agora já são em todos os canais, e isso assassina por completo memórias infantis).

Podia só deixar aqui a música, podia. Mas ia-vos fazer perder o privilégio de se regozijarem com os penteados que tantas saudades deixam desses crazy 90's! E, clara e obviamente, não era a mesma coisa.

Assim sendo, Feliz Natal!



P.S.: OndaChoc: os Hanna Beyoncé Montana dos vinis dos anos 90. Long Live OndaChoc!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Espírito Natalício

A Funerária R.... S.... deseja Boas Festas a todos os seus clientes e amigos.

Tirando o facto de que os clientes estão mortos, e de que amigos duma funerária não hão-de ser tantos quanto isso, 'tá simpático...


Ai espírito Natalício, espírito Natalício, como tu embebedas as pessoas!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

(Mais do que) uma questão de contracções

Assim à primeira vista, podia parecer que a minha vida tinha dado umas quantas cambalhotas (mas que pertinente escolha de palavras...) e estava eu agora a braços com mais um par de braços a caminho. Já não seria aliás, a primeira vez que dizendo eu ter algo para contar, deduziriam que eu estava na eminência de confessar uma gravidez. Pois bem, não é esse, de todo, o caso, até porque gravidez só se fosse mesmo por obra, graça mas muito pouco sentido de humor do Espírito Santo, e não me parece que ele se queira meter noutra. Literalmente...
Mas adiante! O que eu tenho a revelar, é mais uma razão para a minha preferência de gatos a cães.
É bastante melhor ouvir (sem que a alternativa seja de todo, boa...) "a gata da Bila" do que " a cadela da Bila". Até porque, lá está, um é verdade, e o outro não...
Além do mais, se um dia arranjar um gato, será igualmente bom (se não melhor, até...) ouvir-lhe referências do género.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Giro giro...

... era se o Caicedo morasse em Caíde...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sensações


Hoje senti-me o Presidente da República: estive a fazer exercício de funções.


(Valha-te Deus, Raquel...)