sexta-feira, 16 de julho de 2010

Faltam 4 dias!

Para quê?, perguntam vocês (e muito bem, permitam-me que vo-lo diga).
Para o 4º Campeonato Mundial de Rugby Universitário, respondo-vos eu.

E porque é que isso tem honras de post? (bolas, pá! Vocês hoje estão com a pertinência a escapar-se-vos dos poros!)
Antes de mais, porque é em Portugal; segundo, mas não menos importante, porque é nessa grande cidade que é o Porto; 3º, porque o desporto universitário, naquilo que me é dado a ver, em Portugal, é uma caca, e consequentemente, ninguém lhe liga nenhuma e eu gosto de, volta e meia, ser a mola impulsionadora e mafaldista para certos assuntos; e 4º, porque há quem se meta nestas coisas.

O quê?! Tu?! Rugby?!
Olha, e porque não? Físico não me falta! A ver se fosse preciso tirar terra e relva dos
pitons duma chuteira, se eu não o fazia com uma eficácia invejável!

-_- (em itálico)

Xiii, se os olhares matassem...

Mas não. Por muito que eu pudesse gostar de praticar rugby (que não, não gostava), não é isso que me leva ao WUC. Vou sim ser voluntária no evento.

Ai mas que fashion! Que solidárias que estamos! Que simpáticas, que giras que somos!
Não, nem é por aí. Sou, isso sim, uma cachopa muito dada, muito mergulho-de-cabeça-e-logo-se-vê-no-que-dá, muito "iei, desporto, uh uhh!!!" e muito prendada, acima de tudo, prendada. Quero mesmo que percam uns segundos a pensar qual a função que os organizadores acharam que melhor pandan fazia comigo e com as minhas capacidades inestimáveis!
Não, a sério, por favor...

...

Guia. Eu vou ser guia.
Eu já confessei aqui que a) já houve quem dissesse que eu devia ser guia turística "quando fosse grande" e b) que bem que o devia ter sido porque à quantidade de informações que dou na rua pelo menos recebia qualquer coisinha em troca (e não somente o receio de ter enganado turistas...)
Um facto, é que já o fui um bom par de vezes. E quem foi "guiado", gostou. Mas isso não ia estampado nem tão-pouco nas entre-linhas da ficha de candidatura!

O "problema", meus caros, é que aparentemente não há gente por aí aos pontapés a falar Francês. E por muito que eu sublinhe, vincule, berre que o meu Francês está a anos-luz de ser uma das 1000 maravilhas do Mundo, quando as houver, ninguém me liga nenhuma, e escolhem-me como guia da equipa de... Marrocos.

O meu maior receio? É que convençam a minha mãe a trocar-me por dois camelos...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ainda arranjo maneira de as Forças de Segurança se insurgirem contra mim

Ouço música na PSP porque não gosto de GNR.

Já sei, já sei... Nem deus me vale... Pergunto-me: Será que Buda me valerá?

Séries revisitadas

3º Calhau a Contar do Sol

Ando coladérrima...

terça-feira, 13 de julho de 2010

Já não és o mesmo que eras

A nossa relação está cada vez pior... Antes, podia demorar e atrasar-se, mas fazia sempre o que lhe pedia, não sei se atiçado pelos nomes -dos feios, que eu nunca me engano com os outros...- que lhe chamava, se por ainda restar algum amor e prazer em me ver e fazer feliz. Agora, não sei tão-pouco se me ouve, se me liga puto, o que é certo, é que passa o tempo a não responder.
Para não partir para medidas extremas e desesperadas, porque a paciência tem limites e em momentos de cabeça quente a separação parece o melhor, tivemos que procurar aconselhamento.
O menino da Vobis disse que era só formatar, e os senhores da Doctor Mouse dizem que tratam disso num par de horas. A ver se a relação que tínhamos, volta. A ver!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Férias

[é uma palavra tão boa, que nem apetece escrever mais nada]

domingo, 11 de julho de 2010

Alvitre

A Merche Romero não anda desaparecida vai para 10 meses?

E o Manzarra veio a VNF

Onde, aliás, disse querer um T0. Já um filho, pediram-lho mas ele argumentou que dava muito trabalho. Obviamente, não é amigo do CR +/-oo...

Eu acho piada ao jovem. Admito que, na faixa etária dos 13 aos 45, possa ser a única, mas acho que ele tem pinta. É parvalhão no melhor sentido da palavra, é espontâneo e desinibido, e ainda manda as suas graçolas de vez em quando. Gosto.

No entanto, tudo isto torna-se muito difícil de atentar quando nos entretantos aparece o tronco nu do Afonso Vilela...

*momento de reflexão*

E/ou mais uma meia-dúzia deles a desfilarem roupa interior...

*outro momento de reflexão*

Adoro moda!

E no fim de um desfile de moda que é que eu faço? Chego a casa e como um pacote de donuts. 4, não 2. Porquê? Porque posso. E consigo ainda, enquanto os saboreio gulosa e prazenteiramente, compadecer-me com aquelas que acabei de ver a trocarem as pernas numa passerelle pela infelicidade de não o poderem. Sou tão feliz!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Crise

A crise é tanta que já ninguém perde nada. Há quanto tempo não se encontra uma mísera moedinha no chão? Bons tempos esses, em que até se encontravam notas, até na praia se encontravam relógios! Agora, anda tudo agarrado, sovina.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Coisas Que Me Irritam

-mas tipo, irritar mesmo! Do género desatar a espernear e a bracejar, enquanto parto tudo com uivos mais assustadores que os do Hulk; do género sair faíscas pelos olhos e fumo pelas orelhas, dizer todos os palavrões que existem e ainda inventar mais uns quantos!-

Os pacotes das Wafers (as bolachas).

Eu não gosto de Wafers (as bolachas). Mas ultimamente tenho comido. É que nem me vou preocupar com isto, nem vou entrar por aí. Já comi muitas vezes coisas que tipo... nhec, não era mau mas também não era wow!, e ainda estou aqui e sempre pronta para outra. Mas estou tentada a deduzir que esta falta de amor é bem capaz de vir dos pacotes (falando, obviamente, deste caso e não dos outros em que comi e... mas também não interessa!) Lá lhes devo ter ficado com pó em pequenina e, à falta de terapias hipnóticas e/ou psicanalistas, nunca o soube. Até agora.
Não sei se serão todos iguais, mas este que para aqui tenho, é um desespero! E sim, continuo a falar do pacote das bolachas.
Parece que as desgraçadas são constritas pelo plástico, apertadas em jeito de busto-em-espartilho, que à distância parece tudo muito bem, "que giro", "que bem arrumadinho", mas quando se quer chegar ao que interessa, é uma luta desmesurada, quase infrutífera, que quando se consegue já mal apetece, já mal se aprecia.
Neste caso, primeiro a "abertura fácil", que se tudo o que tem necessidade de ser fácil, o fosse como esta abertura, a esta altura ainda estávamos a fazer cábulas para saber quanto é 2+2. É uma daquelas aberturas que tem um pedacinho de plástico dentro que guia o rasgão do pacote. Ora isto é prático quando a ponta não está colada ao pacote. Mas isto nem é o pior! É que depois de se conseguir abrir o pacote, à força bruta e já com os pirulitos atravessados, é preciso escarafunchar com a ponta dos dedos, bedungá-los todos, incorrer no risco de partir a bolacha, escarafunchar, escarafunchar, tentar empurrar pelo lado de fora, como se faz nos pacotes de bolachas normais, desesperar, desesperar, encher as unhas de migalhas, de chocolate, escarafunchar mais um bocado, partir mais outros quantos, e nem assim sair só uma, tendo mesmo que puxar as três que estão compactadas umas contra as outras. Resultado, encho-me de migalhas, gasto paciência, e nem gosto das bolachas...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Banda Sonora

Ahhh! Este tempo (no sentido de meteorologia) e ao que ele nos remete (no sentido de banda sonora)...



Peço descul... Oh! Não peço nada!

Nem sei...

Nem sei porque é que ontem à noite fui para a cama. Para dormir o que dormi (ou para não dormir o que não dormi), mais valia ter ficado alapada em frente ao computador ou à TV a ver filmes e séries, ou a meter letras na cabeça à força de as ler.

Nem sei porque é que estou constantemente debaixo do chuveiro, se mal acabo de me vestir já me sinto precisar ir para lá outra vez.

Nem sei porque vou fazer exames. Se é para ser assim tão difícil, mais valia dizerem-nos no final do semestre "Ora então, até para o ano!", que sempre poupávamos viagens à Faculdade em Julho!

Nem sei porque uso desodorizante. Se se chegam à minha beira com cheiro a sovaco, porque não cheirarmos todos?!

Nem sei para que levo livro para ler no comboio. Se é para falarem assim alto, ao telemóvel ou uns com os outros, ouço antes as vossas estórias que sempre não me pesam na carteira.

Nem sei porque tenho um toque discreto -e a maior parte das vezes desligado- no telemóvel. Podíamos pôr todos toques irritantes e aos berros em vez de ser só alguns!

Nem sei porque é que insisto em querer ter o cabelo comprido, se este calor só me remete para quando ele estava curtinho e não chateava no pescoço.

Nem sei como as minhas pernas não têm um bom par de mãos para lhes fazer umas massagens...

Não gosto de pôr protector solar e não ser para ir para a praia. Não gosto deste calor, deste abafo. Da próxima vez que vir ou souber que algum de vós pegou no carro por preguiça ou comodidade, contribuindo assim para o aquecimento global, cochino-vos de tal maneira que mal vos digam "carro" em vezes futuras, fazem logo xixi pelas pernas abaixo tal vai ser o trauma!

Estando irritadiça, intratável, mal-humorada e mal-encarada, pensava para mim hoje de manhã: "Ainda bem que acordo cedo e sozinha, para que mais ninguém para além de mim leve com este período crítico matinal", e aparece-me a minha mãe à frente e leva com uma resposta torta. Eu, de facto, só não tenho razão quando não tenho razão...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Pequena (pequeníssima) maldade

Ihihihihih!

domingo, 4 de julho de 2010

Valha-te...

Agora o outro vem dizer que é pai e temos desculpa para a falta de jeito durante o Mundial? Temos fait divers para chamar a atenção ao menino outra vez? Oh por favor! Crescesses tu antes de ser pai...

Isso, a ser verdade, foi parto para o mais difícil não ter sido nem a cabeça nem tão-pouco os ombros, mas sim o melão da Russa...

Valha-te deus!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Zorro



Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim

Eu quero ser para ti o camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão

Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»

Zorro (João Monge/João Gil), interpretada por António Zambujo

E aparecia-me um à frente com isto e pronto, não havia menina para mais ninguém.

"Boa, boa, boa!"

Simples, simpático e bom de ouvir. Tão a ver como não é assim tão difícil?