Abomino as férias escolares! É só canucas e chavalada a aparvalharem pela rua, a impestarem o ar de estupidez.
Que é feito do bom senso de os enclausurar em colégios internos?
A apaziguar encefalias, dores do reumático e problemas de azia desde mil-nove-e-quarenta-e-três
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Novas Oportunidades?
Vou eu fazer análises -que é como quem diz, "tirar sangue"-, sento-me na poltrona, desconfortável por ter que tirar o casaco e a manga da camisola numa sala gelada, dou-me conta de que a senhora que vem fazer o serviço já não é a de há uns aninhos atrás (hilariante esta última, que em vez de usar o torniquete para apertar o braço, pegava numa luva de latex e dava um nó com o polegar e o primeiro dedo que lhe viesse à mão...), começo logo por achar muito estranho que uma técnica com "T" grande vá mexer em agulhas e sangue alheio sem luvas, e eis senão quando, ao espetar a agulha no meu braço, espicha um bocado de sangue para fora da agulha ao que, para temperar de pânico o meu pasmo pelo sucedido, esganiçada diz a senhora "Ai!, que a veia estava mesmo por baixo da pele!"
Já não tinha muitas certezas quanto ao conhecimento na arte das análises clínicas por parte da senhora, mas depois do caricato episódio, estou convencidérrima de que fui atendida pela telefonista...
Já não tinha muitas certezas quanto ao conhecimento na arte das análises clínicas por parte da senhora, mas depois do caricato episódio, estou convencidérrima de que fui atendida pela telefonista...
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
A respeito das prendas de Natal
Já que, aparentemente, o que está a dar é mostrar o que queremos para o Natal, para a) facilitar a tarefa a quem nos quer presentear e b) não correr o risco de receber o que não queríamos, vou, então, fazer desta a minha vez.
Eu quero um destes:
Eu quero um destes:

OK, OK, já sei o que me vão dizer: "Porque estamos em crise, e isto está difícil, e blá blá blá"... Mas poupem-me!, porque, já a pensar nisso, não faço questão na roupinha que o menino tem -que em caso de frio ou qualquer outra preocupação, prometo agasalhar e tratar bem dele-, e mais!, não sou nada exigente em questão de cor (quanto ao tamanho... já não é bem assim. Mas usem o bom senso, amorzinhos! Não quero um homem mais baixo que eu...)
Sei que parece que restrinjo muito a vossa escolha (possível) por só mostrar aqui uma opção. Nada disso. Primeiro, porque podia por aqui muitas mais fotos, mas às tantas já nem conseguia escrever -o que era problemático, porque ia tornar muito difícil perceber que isto era um post natalício-; segundo, porque pondo muitas, vocês iam-se sentir impelidos a darem-me tudo, e eu... tinha que pensar se podia aceitar...
Como vêem, é fácil fazer-me feliz!
Sei que parece que restrinjo muito a vossa escolha (possível) por só mostrar aqui uma opção. Nada disso. Primeiro, porque podia por aqui muitas mais fotos, mas às tantas já nem conseguia escrever -o que era problemático, porque ia tornar muito difícil perceber que isto era um post natalício-; segundo, porque pondo muitas, vocês iam-se sentir impelidos a darem-me tudo, e eu... tinha que pensar se podia aceitar...
Como vêem, é fácil fazer-me feliz!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Manias das audiências
Não acho nada bem que a SIC ande a gozar com a RTP e a sua "Gala da Popota", fazendo uma Gala "a redonda"!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Eu acho que devia...
Não devia haver um movimento que preconizasse "Leggins não são calças! Usa qualquer coisa comprida por cima disso"?
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A minha primeira
Não sei se foi ou não como estava à espera. Para falar verdade, nunca pensei muito nisso, como seria ou como gostaria que fosse. Deixei as coisas andar, e hoje aconteceu: fiz a minha primeira ecografia.
O tempo de espera parece-se em tudo com os dos filme e séries americanas (se calhar acho isto porque são o termo de comparação que tenho, porque isto deve ter sido é sempre assim, já desde o tempo dos avós -dos mais recentes...-): sozinha, à espera, deitada na marquesa, com a sala iluminada pelo monitor do aparelhómetro, barriga ao léu, faz mesmo sentir qualquer uma, uma pré-mamã solteira que andou a esconder o futuro de todos, com tempo suficiente e desnecessário para pensar nisso mesmo. Parece que os médicos só conseguem ser levados a sério se se atrasarem, se chegarem esbaforidos à nossa beira: "ora então vamos lá ver o que se passa", dá ares de gente ocupada, atarefada, sem tempo a perder, como se o tempo deles fosse sempre, mas sempre, mais importante do que o nosso.
"Isto é só um gel frio, não te assustes", lá me ia eu assustar! Os ataques bioquímicos, a falta de água e o José Alberto Carvalho sem gravata no Telejornal de Sexta é que sim, me assustam! Mal o homem sabe que quem me dera a mim que se fizessem géis frios daqueles numa base mais lúdica, e que a minha teoria para o que me trouxe aqui, tal qual estou, seja precisamente a atracção inexplicável que tenho pelo frio.
Não os vi, mas são dois. Perfeitinhos, iguais um ao outro, saudáveis e meus. Os meus rins são uma maravilha, e acho que por isso mesmo o homem me tentou matar para ficar com eles, não sei se para proveito próprio, se para venda no mercado negro, que diz que até dão bom dinheiro. Ignorava ele que este corpinho já tem muitos anos de natação, e estes pulmões uma capacidade invejável de "guardar o ar só para ti".
No final, disse-me que ao ideal para não ter infecções urinárias é beber muito. Eu acho que ele devia ter acrescentado "água", porque conhecendo-me como me conheço, qualquer dia uso este conselho médico como me der jeito, e deduzo já que não será em relação ao líquido cristalino.
Agora, dou-vos eu um conselho: quando forem fazer ecografias renais, deixem de fumar um mês antes e passem a viver num sítio a umas boas centenas de metros do nível do mar, que educar os pulmões é fulcral!
O tempo de espera parece-se em tudo com os dos filme e séries americanas (se calhar acho isto porque são o termo de comparação que tenho, porque isto deve ter sido é sempre assim, já desde o tempo dos avós -dos mais recentes...-): sozinha, à espera, deitada na marquesa, com a sala iluminada pelo monitor do aparelhómetro, barriga ao léu, faz mesmo sentir qualquer uma, uma pré-mamã solteira que andou a esconder o futuro de todos, com tempo suficiente e desnecessário para pensar nisso mesmo. Parece que os médicos só conseguem ser levados a sério se se atrasarem, se chegarem esbaforidos à nossa beira: "ora então vamos lá ver o que se passa", dá ares de gente ocupada, atarefada, sem tempo a perder, como se o tempo deles fosse sempre, mas sempre, mais importante do que o nosso.
"Isto é só um gel frio, não te assustes", lá me ia eu assustar! Os ataques bioquímicos, a falta de água e o José Alberto Carvalho sem gravata no Telejornal de Sexta é que sim, me assustam! Mal o homem sabe que quem me dera a mim que se fizessem géis frios daqueles numa base mais lúdica, e que a minha teoria para o que me trouxe aqui, tal qual estou, seja precisamente a atracção inexplicável que tenho pelo frio.
Não os vi, mas são dois. Perfeitinhos, iguais um ao outro, saudáveis e meus. Os meus rins são uma maravilha, e acho que por isso mesmo o homem me tentou matar para ficar com eles, não sei se para proveito próprio, se para venda no mercado negro, que diz que até dão bom dinheiro. Ignorava ele que este corpinho já tem muitos anos de natação, e estes pulmões uma capacidade invejável de "guardar o ar só para ti".
No final, disse-me que ao ideal para não ter infecções urinárias é beber muito. Eu acho que ele devia ter acrescentado "água", porque conhecendo-me como me conheço, qualquer dia uso este conselho médico como me der jeito, e deduzo já que não será em relação ao líquido cristalino.
Agora, dou-vos eu um conselho: quando forem fazer ecografias renais, deixem de fumar um mês antes e passem a viver num sítio a umas boas centenas de metros do nível do mar, que educar os pulmões é fulcral!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Eu tenho um sonho
Um dia, precisar de usar um dos "modelos" de mensagens os telemóveis.
Fascinam-me, mas a minha vida é parca em situações que os tornem necessários. Mas um dia, um dia, vou precisar. E vou usar!
Fascinam-me, mas a minha vida é parca em situações que os tornem necessários. Mas um dia, um dia, vou precisar. E vou usar!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O que, realmente, conta
Acreditem quando vos digo que isto:

é um papel somente com frente e verso, e que aquelas letras pequeninas vermelhas que estão ali em baixo dizem, exactamente:

Ora, não tendo o papel nenhuma dobra, abertura, portal ou qualquer outro apetrecho que nos permita espreitar-lhe para o interior, eu tenho que deduzir que por "interior", se quer dizer "dê meia volta à coisa".
Isto traz-nos um novo olhar sobre muito do que por aí se diz, nomeadamente aquilo em que "a beleza que conta é a interior". Agora percebo como se pode concordar com isto. Não sendo uma pessoa de rabos, confesso que gosto deles, e não podia estar mais de acordo que uma das belezas que realmente importa é, sem dúvida, essa.
Pode dar azo a muito descarrilamento, mas que tem pinta poder-se dizer que "a tua beleza interior é o que me cativa mais" sem soar a frase de engate foleiro, lá isso tem!
Isto traz-nos um novo olhar sobre muito do que por aí se diz, nomeadamente aquilo em que "a beleza que conta é a interior". Agora percebo como se pode concordar com isto. Não sendo uma pessoa de rabos, confesso que gosto deles, e não podia estar mais de acordo que uma das belezas que realmente importa é, sem dúvida, essa.
Pode dar azo a muito descarrilamento, mas que tem pinta poder-se dizer que "a tua beleza interior é o que me cativa mais" sem soar a frase de engate foleiro, lá isso tem!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Yeah baby, yeah!
http://sigarra.up.pt/up/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=10080
Qual é a Universidade mais linda delas todas, qual é?
Qual é a Universidade mais linda delas todas, qual é?
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Para tudo o resto, temos Mastercard
Raquel, de assistente social a nadadora-salvadora a consultora médica, de faladora de ocasião a sexy babe a nadadora profissional, em apenas 5 minutos.
fato de banho: €45
óculos e touca: €30
natação com dois séniores: sem preço
fato de banho: €45
óculos e touca: €30
natação com dois séniores: sem preço
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Grande, muito grande momento de televisão
aos 6'10''...
"uma coisa de bacalhau", ai...
Oh mulher, diz logo tudo! Se é assim que se chama, diz como se chama, que a Judite até pede para repetir com medo de que não tenha ficado gravado à primeira (já estou mesmo a ver quem chegou a casa e disse ao marido "aprendi uma receita hoje, queres que ta faça? Chama-se..." Isso é que era! É que lá para Sintra não há nada disto...) E se ela não queria saber, não perguntava! Ninguém lhe manda ser cusca, olha!
Oh mulher, diz logo tudo! Se é assim que se chama, diz como se chama, que a Judite até pede para repetir com medo de que não tenha ficado gravado à primeira (já estou mesmo a ver quem chegou a casa e disse ao marido "aprendi uma receita hoje, queres que ta faça? Chama-se..." Isso é que era! É que lá para Sintra não há nada disto...) E se ela não queria saber, não perguntava! Ninguém lhe manda ser cusca, olha!
Adorei. Hilariante!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Na FCUP é possível! IV
Na FCUP é possível escreverem-se avisos com as datas tortas, e é possível ser-se Professor Catedrático mesmo não se sabendo ler um calendário...
No Comboio II :
Entro, sento-me num dos poucos lugares disponíveis, abro o meu livro, começo a ler, e ouço:
ela: Aquilo é à beira do estádio!
ele, nem ui, nem mui
ela: Diz-lhe que não podes ir, olha! Ligas e dizes "hoje não posso ir, mas amanhã a minha mulher vai 'tar rica e dá-me dinheiro p'ó táxi!"
ele, nem ui, nem mui
ela: Mas como é que foi?
ele: Ligaram-me a dizer p'a ir lá à esquadra.
ela, à espera de mais
ele: Ligaram-me e eu "estou?" e disseram "daqui é a Inspectora *tal*. Com quem estou a falar?", e eu "*nome*apelido*", e ela *nome foneticamente parecido com o do sujeito em causa*apelido*?", e eu "sim"...
ela: *nome*apelido*...
ele: *nome foneticamente parecido com o do sujeito em causa*apelido*!
ela: Ói! És muit'a burro! Então e tu achas que ela não sabe que és o *nome*apelido*?!"
ele: Oh...
ela, à espera de mais
ele: E diz-me ela "*nome foneticamente parecido com o do sujeito em causa*apelido*?", e eu "sim", e ela "Queria-lhe pedir o favor de se deslocar à esquadra da GNR de *cidade*... Hoje, pode ser? É que estamos a investigar uma coisa e queremos averiguar umas chamadas que tem no seu telemóvel."
ela, depois de muitos filmes sobre conspirações Norte-Americanas assimilados naquela cabeça: 'Tás a ver! Como ela sabe que és o *nome*apelido*! Ela tem lá tudo registado! Não vês que o cartão 'tá registado? És muit'a burro! Ela queria é saber se tu num fugias...
ele, nem ui, nem mui
ela: E era uma gaja? Uma inspectora?
ele: Sim...
ela: F*da-se! Olha, faz-te a ela!
ele, a fazer beicinho: Oh... Não sou assim tão bonito... [e, como quem não quer a coisa, mas fartinho de a querer] Sou?
ela, a falar baixinho e com um sorrisinho malicioso nos lábios: Às vezes...
ele, mais inchado que um peru em vésperas de Natal
ela, depois do *plim* da ficha a cair: F*da-se! E ela pediu "por favor"?
ele: É...
ela: Olha que c@ralho, a GNR a pedir-te "por favor" p'a ires à esquadra... Eu dizia-lhes "Olha, vinde-me buscar! Ou vinde cá a casa". F*da-se...
Mas liga-lhe. Diz-lhe que não vais hoje, que passas lá amanhã. Diz-lhe que estás doente!
ele: Oh...
ela: A sério! Liga-lhe. Dizes "Oh Inspectora *tal*, estou doente. Vou amanhã", e eu amanhã dou-te €5 e vais de táxi!
ele: Oh...
ela: Então ligo-lhe eu! Digo "Oh Inspectora *tal*, o meu home 'tá doente, vai amanhã."
ele: Oh...
ela: Ou então digo-lhe "Oh Inspectora *tal*, o meu home 'tá aqui cheio de medo" *ihihih*
ele: Oh, num ligas nada!
ela: 'Tou mais magra, num 'tou?
ele: 'Tás mais boua!
ela, mais derretida que o quadradinho de manteiga que se põe por cima da esparguete acabada de cozer
[momento de silêncio]
ela: Tu deves ter emprestado o telemóvel a alguém...
ele: Oh...
ela, mandona: A quem é que emprestaste o telemóvel?
ele, com ar de cachorrinho que sabe que acabou de fazer asneiras: A ninguém!
ela: C@ralho, tens que o ter emprestado a alguém!
ele: Não...
[momento de silêncio número 2]
ela, com ar de Sherlock: Eles devem andar atrás de cão grande...
ele, nem ui nem mui
ela, com o mesmo ar: É um cão grande de certeza...
ele, nem ui nem mui
ela: É de certeza o *alcunha masculina*!
ele: O *alcunha masculina*? Achas?! Ele é do Porto! Não pode ser, eles disseram-me p'ra ir à esquadra de *cidade*!
ela: Oh meu c@ralho, és muit'a burro! Então não vês que *cidade* faz parte do Porto! És muit'a burro. Eles disseram-te para ir a *cidade* porque se fosses ao Porto, descobriam-te logo!
ele, nem ui, nem mui
[momento de silêncio número 3]
ele: *cutxi cutxi cutxi*
ela: 'Tá que'to!
ele: *cutxi cutxi cutxi* + riso de Neandertal
ela: 'Tá quieto, c@ralho, que isso faz-me comichões!
ele: *cutxi cutxi cutxi* + riso de Neandertal
A jovem ao meu lado desata a rir, eu há muito que já engolia o meu riso, chegou a paragem deles, e lá seguiram felizes a sua vida que, a ver pela amostra, é uma aventura!
ela: Aquilo é à beira do estádio!
ele, nem ui, nem mui
ela: Diz-lhe que não podes ir, olha! Ligas e dizes "hoje não posso ir, mas amanhã a minha mulher vai 'tar rica e dá-me dinheiro p'ó táxi!"
ele, nem ui, nem mui
ela: Mas como é que foi?
ele: Ligaram-me a dizer p'a ir lá à esquadra.
ela, à espera de mais
ele: Ligaram-me e eu "estou?" e disseram "daqui é a Inspectora *tal*. Com quem estou a falar?", e eu "*nome*apelido*", e ela *nome foneticamente parecido com o do sujeito em causa*apelido*?", e eu "sim"...
ela: *nome*apelido*...
ele: *nome foneticamente parecido com o do sujeito em causa*apelido*!
ela: Ói! És muit'a burro! Então e tu achas que ela não sabe que és o *nome*apelido*?!"
ele: Oh...
ela, à espera de mais
ele: E diz-me ela "*nome foneticamente parecido com o do sujeito em causa*apelido*?", e eu "sim", e ela "Queria-lhe pedir o favor de se deslocar à esquadra da GNR de *cidade*... Hoje, pode ser? É que estamos a investigar uma coisa e queremos averiguar umas chamadas que tem no seu telemóvel."
ela, depois de muitos filmes sobre conspirações Norte-Americanas assimilados naquela cabeça: 'Tás a ver! Como ela sabe que és o *nome*apelido*! Ela tem lá tudo registado! Não vês que o cartão 'tá registado? És muit'a burro! Ela queria é saber se tu num fugias...
ele, nem ui, nem mui
ela: E era uma gaja? Uma inspectora?
ele: Sim...
ela: F*da-se! Olha, faz-te a ela!
ele, a fazer beicinho: Oh... Não sou assim tão bonito... [e, como quem não quer a coisa, mas fartinho de a querer] Sou?
ela, a falar baixinho e com um sorrisinho malicioso nos lábios: Às vezes...
ele, mais inchado que um peru em vésperas de Natal
ela, depois do *plim* da ficha a cair: F*da-se! E ela pediu "por favor"?
ele: É...
ela: Olha que c@ralho, a GNR a pedir-te "por favor" p'a ires à esquadra... Eu dizia-lhes "Olha, vinde-me buscar! Ou vinde cá a casa". F*da-se...
Mas liga-lhe. Diz-lhe que não vais hoje, que passas lá amanhã. Diz-lhe que estás doente!
ele: Oh...
ela: A sério! Liga-lhe. Dizes "Oh Inspectora *tal*, estou doente. Vou amanhã", e eu amanhã dou-te €5 e vais de táxi!
ele: Oh...
ela: Então ligo-lhe eu! Digo "Oh Inspectora *tal*, o meu home 'tá doente, vai amanhã."
ele: Oh...
ela: Ou então digo-lhe "Oh Inspectora *tal*, o meu home 'tá aqui cheio de medo" *ihihih*
ele: Oh, num ligas nada!
ela: 'Tou mais magra, num 'tou?
ele: 'Tás mais boua!
ela, mais derretida que o quadradinho de manteiga que se põe por cima da esparguete acabada de cozer
[momento de silêncio]
ela: Tu deves ter emprestado o telemóvel a alguém...
ele: Oh...
ela, mandona: A quem é que emprestaste o telemóvel?
ele, com ar de cachorrinho que sabe que acabou de fazer asneiras: A ninguém!
ela: C@ralho, tens que o ter emprestado a alguém!
ele: Só se foi à *alcunha feminina*...
ela: A mais ninguém?ele: Não...
[momento de silêncio número 2]
ela, com ar de Sherlock: Eles devem andar atrás de cão grande...
ele, nem ui nem mui
ela, com o mesmo ar: É um cão grande de certeza...
ele, nem ui nem mui
ela: É de certeza o *alcunha masculina*!
ele: O *alcunha masculina*? Achas?! Ele é do Porto! Não pode ser, eles disseram-me p'ra ir à esquadra de *cidade*!
ela: Oh meu c@ralho, és muit'a burro! Então não vês que *cidade* faz parte do Porto! És muit'a burro. Eles disseram-te para ir a *cidade* porque se fosses ao Porto, descobriam-te logo!
ele, nem ui, nem mui
[momento de silêncio número 3]
ele: *cutxi cutxi cutxi*
ela: 'Tá que'to!
ele: *cutxi cutxi cutxi* + riso de Neandertal
ela: 'Tá quieto, c@ralho, que isso faz-me comichões!
ele: *cutxi cutxi cutxi* + riso de Neandertal
A jovem ao meu lado desata a rir, eu há muito que já engolia o meu riso, chegou a paragem deles, e lá seguiram felizes a sua vida que, a ver pela amostra, é uma aventura!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
P'ro que te havia de dar, mulher!
Estou com esta música na cabeça.
David Hasselhoff, Hooked On a Feeling
Podia ser pior! Quero acreditar que podia... Só não sei é como...
AEFEUP, para quando o Hasselhoff numa festarola, hum? A pinta que isso tinha!
David Hasselhoff, Hooked On a Feeling
Podia ser pior! Quero acreditar que podia... Só não sei é como...
AEFEUP, para quando o Hasselhoff numa festarola, hum? A pinta que isso tinha!
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