quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Prolongamento

A coincidência do Cartão Jovem ser, a partir de agora, até aos 30 anos, sabe-me que é uma maravilha (apesar desta mudança ser mau sinal. Mas não vou estragar este momento...).

Agora, já só falta prolongarem-me a idade fértil, e eu posso voltar a ser a destravada de sempre.
Porque toda a gente sabe que o que vai decidindo (e ordenando?) vidas femininas é o relógio biológico. Ora o meu está a começar a funcionar estranhamente, como um travão gasto que me força a medidas ponderadas. Recuso-me a acertá-lo para despertar a determinada hora, mas volta e meia lá falha a luz ou quê, sente falta de bateria ou atenção, e começa ele a apitar incomodamente.
E era só um adiantamentozinho, e podia ser que a pancada me passasse...

Um dia, quiçá, um dia...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Descubram as Diferenças



Não, não é um "Antes e Depois"... É um "Não são assustadoramente parecidos?" (atentem particularmente no minuto zero, segundo cinquenta)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Bichezas

Primeiras horas da madrugada numa rua deserta de VNF, dois lixeiros e, cruzando o seu campo de visão, duas moçoilas. Alvitre:

Homem qu'é homem, não bebe leite. Come logo a vaca!


Lixeiros, a meter trolhas no bolso desde mil-nove-e-noventa-e-sete.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estaremos a perder os super-poderes?

E Jesus disse: "Levanta-te Cardozo!"

E o Cardozo continuou deitado no chão...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Só p'ra dizer que te amo

Não gosto que os comentadores de futebol digam "Izmailov".
Acho que não deviam ter medos e que, superando quaisquer receios, deviam conseguir dizer sem rodeios, a alto e bom som, e em bom Português, "O Meu Amor".

O quão mais fofo é: "Gooooolo do Sporting!, pel'O Meu Amor", ou "O Meu Amor sofreu uma falta feia"?

A culpa é dos Clã, que disseram que "a Língua Inglesa fica sempre bem". Fica bem, sim senhor, mas corta o sentimento à coisa. E a coisa com o sentimento cortado, não vale o mesmo...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Daqui não sais


Parece-me -e isto é só uma opinião-, que aquele cadeado era desnecessário.

Mas também não estou bem a par de como anda nos dias de hoje o mercado negro dos monociclos...

(Peço desculpa pela fraca qualidade de imagem, mas o telemóvel ainda é do tempo em que eles eram mais usados para telefonar, e menos para acções deste género)

domingo, 31 de janeiro de 2010

31 de Janeiro de 2010

Há 100 anos a metermo-nos em 31's.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Momento de Poesia

Dedicado à geekiness que o Topo me quer incutir ;)


Um Quociente apaixonou-se
Doidamente por uma Incógnita.

Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.

Fez da sua
Uma vida paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.

"Quem és tu?" indagou ele,
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."

E ao falarem descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.

E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz.
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.

Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.

Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar.
Uma Perpendicular.

Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.

E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.

Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.

Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo.
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema ela era a fracção
Mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu a
Relatividade.
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como aliás, em qualquer
Sociedade.

-Autor desconhecido-

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Apoiem as bactérias!


É a única cultura que muita gente tem...



(sinto-me tão nerd quando me rio destas piadas...)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Graças a Deus pelos espelhos de elevador

Não devo ser eu a única a quem já aconteceu sair de casa e esquecer do guarda-chuva, dos óculos, da caneta, das chaves.
Não serei certamente também a única, embora não me parece que aconteça a rodos, a ter quase saído de casa (cheguei a calcar o tapete de entrada, e nessa altura, a graça que dei foi pela aspereza dele de baixo dos chinelos que tinha calçados em vez dos sapatos) a, lá está, quase sair de casa de chinelos. Ou, num campo mais indecoroso da vergonha, com os collants (já) rasgados. 5 minutos depois de os ter calçado.
Ainda menos provável, é haver mais alguém que tenha quase a certeza de que chegou a casa com as duas sapatilhas, o certo é ter perdido uma pelo caminho, o mesmo se passando com os collants, ou com outras peças de roupa que volta e meia lá aparecem pela carteira, à posteriori.
Se é uma vergonha? É. Se é possível não ser assim? Estou certa de que sim, e de que há, aliás, um cantinho especial no Céu para quem consegue não o ser. Se isto é do pior que me acontece? Não, isso não. É mau que chegue, mas eu consigo sempre ir mais além no que toca a ignomínias por que me faço passar.
Eu sou o Cristiano Ronaldo dos embaraços (sem castelhano à mistura, apesar de poder sair daqui uma piada muito boa); o expoente máximo das vergonhas; o aparelhómetro que sobe as fasquias sempre e sempre e sempre mais alto e mais alto e mais alto.

Saio eu de casa, feliz e contente, como chega a acontecer algumas vezes, de casaco, carteira e cachecol, comprido e para ajudar à festa, e que apetrecho levo mais? Shan shan shan shaaaaannnn! Um soutien preso às calças (Friso, um (e não "o")). Da mesma cor que o casaco e o cachecol. Porquê? Para não me aperceber de que ele lá está.
Agora, como é que foi possível, como é que consegui tamanha façanha? Eh pá, não sei. O certo é que não paro de arranjar coisas que me façam rir (de mim, é pena, mas já não é mau), quando a vida começa a acinzentar...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

E tu, onde trabalhas?

Tipo... Duh!

sábado, 16 de janeiro de 2010

He-man

Há uma questão que ninguém da Assembleia da República teve a decência de colocar e que deveria ter sido mais do que suficiente para suspender a lei que permite os casamentos homossexuais.
Se não para isso, que pelo menos sirva para travar uma possível lei que permita a adopção!


Em casa de casais homossexuais, não pode haver ímanes nos frigoríficos! Lá, a permissa "os opostos atraem-se" é falsa!!!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fui caça!

E desta vez, sem fuga possível. Lançaram-me um ataque surpresa, rápido e eficaz como é bem apanágio dos ataques surpresa, e quando dei conta do que me estava a acontecer, já era tarde para esboçar uma tentativa de fuga, sequer.

Não é que estando eu muito sossegada na minha (porque quando estou na minha, estou sossegada. Às vezes na dos outros é que é mais crítico...), começo a ouvir um som do género camião-de-carga-pesada-mas-com-pouca-carga-,-todo-ele-abanando seguido dum turbina-dum-avião-a-cair. Apresso-me para a janela e já só vejo as galinhas do Centro das Novas Oportunidades em frente todas histéricas (não, não, "ainda mais histéricas", isso sim!), com os pulmões todos apertados nos casacos curtos e 3 números abaixo, que deixam transparecer pneus (sobresselentes e não só...).

Penso "se caiu, aqui não fez mossa", e volto a embrenhar-me na minha papelada.

De repente, "vuuuuu" outra vez, cada vez mais forte, corro para a janela, e qual não é o meu espanto quando, e qual puto que acabou de ver o trenó, as renas e o Pai-Natal a esvoaçar os céus, vejo um caça (percebem agora o título? Que analogia pertinente, hein?) em voo pouco menos (mais?) que rasante ao prédio em frente! Bem, a galinhagem toda ao pinchos, pulos, gritos, que se voar fosse preciso assim o teriam feito, não fosse a ameaça vir do ar; os pedestres, protegidos pelos seus guarda-chuvas, quedaram-se onde estavam, com receio que o movimento os denunciasse; os donos das lojas esconderam os papéis falcatruados no esconderijo secreto -não fosse estar na calha uma qualquer revolução, e convém começar épocas da História com o cadastro, já que com a consciência chega a ser mais difícil, limpo-, e à rua foram espreitar, como se nada fosse.
E eu, da minha janela lá os sosseguei: "Calma minha gente, não se preocupem, isto foi só o Sócrates que se chateou comigo e com as coisas que eu digo, e vai aniquilar a cidade para abater esta ameaça palpitante". Drama Queen dum raio, que não aceita nada e reage logo toda áspera!

A minha sorte é que tenho connects na Força Aérea, e tudo acaba bem quando se puxam os cordelinhos certos, e sobrevivi a esta para contar a estória. Mas já instalei baterias anti-aéreas na varanda, não vá o Sócrates tecê-las...


(P.S.: diz que são simulacros da Força Aérea. Diz que aos pilotos são-lhes dadas coordenadas e eles têm que "atacar" essa zona. Eu só não acredito em coincidências, é só isso. Pero que las hay, hay...)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Eles estão de volta!!!

Quem?! Ora, os Super Bock Super Blog Awards...

Desta vez já subornavam alguém para isto ganhar qualquer coisinha, não?

(Parece que os senhores da Super Bock andam a visitar os blogs inscritos no concurso. Como tal, quero só deixar assente que negarei taxativamente que alguma vez disse aquilo que está escrito no parágrafo anterior... Somos muito honestos aqui!)